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Municípios

Municípios atendidos

ISS

No trecho sob concessão da Nova Rota, a BR-163 passa por 19 municípios mato-grossenses. Além das melhorias realizadas nas travessias urbanas dessas cidades, a Concessionária ainda faz o repasse de mensal do Imposto Sobre Serviços (ISS) às gestões.

O ISS é um tributo municipal que incide sobre todas as operações de prestação de serviços de qualquer natureza dentro da área de abrangência do município, como a operação dos pedágios. O valor do repasse varia de acordo com a participação do município (em área) na rodovia e com a alíquota, que varia entre 3% e 5%. Assim, os municípios podem utilizar a verba para melhorias sociais na saúde, educação e segurança pública, por exemplo.

No caso da Nova Rota, o repasse do ISS é referente às obras realizadas nas áreas de cada município e à arrecadação de pedágio.

Acorizal

Terra do povo Bororo, o município de Acorizal também já foi chamado de Nossa Senhora das Brotas e era parada obrigatória para os viajantes entre o norte e o sul de Mato Grosso. Sua colonização se deu a partir da busca pelo ouro, pelos mineiros que partiam de Cuiabá para encontrar novas minas nas regiões vizinhas.

Com o tempo e a escassez do mineral, as minas deram lugar à agricultura e a produção era levada para a Capital por meio do rio Cuiabá. A cana-de-açúcar também se tornou uma importante cultura na região e a exploração da borracha, no norte do Estado, atraía os viajantes para o município, que depois se tornou um posto de Telégrafo, durante a instalação da linha telegráfica entre Cuiabá e Porto Velho.

Fonte: Prefeitura Municipal de Acorizal / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pela MT-246, pelo km 410 da BR-163

População 5.014 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,628

Gentílico: acorizano

Aniversário: 12 de dezembro

Colonizado por imigrantes da região Sul do país, Campo Verde conquistou a emancipação em 4 de julho de 1988. A região onde está localizado o município começou a ser povoada a partir do século XVIII.

Por praticamente um século a região viveu um período de estagnação, sem nenhuma atividade econômica importante. A agricultura e a pecuária eram praticadas apenas para a subsistência dos moradores. Esse cenário só começou a mudar a partir de meados da década de 1960, quando migrantes vindos do Sul do Brasil se instalaram nas proximidades.

Atualmente o município está entre os principais produtores de grãos de Mato Grosso, entre eles milho, soja e algodão.

Mas, além de campos altamente produtivos e terras férteis, Campo Verde possui cenários de grande beleza, formado por atrativos naturais como rios, lagos, cachoeiras, mirantes, morros, vales, sítio arqueológico, cavernas, comunidade histórica e corredeiras que enchem os olhos dos visitantes.

Fonte: Prefeitura Municipal de Campo Verde / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pela BR 040, pelo km 247 da BR-163 (ou km 329 da BR-364)

População: 44.585 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,750

Gentílico: campo-verdense

Aniversário: 4 de julho

A Capital Mato-Grossense tem seus primeiros registros históricos narrados a partir da chegada dos Bandeirantes na região, na segunda metade do século XVII. Seu primeiro povoado foi instalado na região onde hoje se localiza o São Gonçalo Beira Rio, no Coxipó. Mas sua fundação oficial ocorre em 1719, na região da Forquilha, no Coxipó do Ouro.

Durante grande parte do Brasil Colônia e Império, a extração de ouro era a principal atividade econômica e o que atraía os imigrantes.

Hoje, quase 300 anos depois, Cuiabá é conhecida como a Capital do Agronegócio. Consequência da grande produção alimentos no Estado, o que tornou Mato Grosso líder nacional na produção de soja, algodão, milho safrinha e carne bovina.

Além do perfil econômico, Cuiabá também tem fortes laços com a cultura e a tradição, preservando suas características na gastronomia, dança e linguajar.

Fonte: Prefeitura Municipal de Cuiabá, IBGE e Mato Grosso e seus municípios

SERVIÇO

Acesso pelo km 321 da BR-163 (ou pelo km 403 da BR-364)

População: 650.877 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,785

Gentílico: cuiabano

Aniversário: 8 de abril

Em 18 de setembro de 1728, poucos anos depois da fundação de Cuiabá, começou a movimentação para formação do núcleo que deu origem ao atual município de Diamantino.

Inicialmente, o local era denominado de Arraial do Ouro, nome dado ao córrego onde o metal havia sido encontrado. Posteriormente, o lugar passou a chamar-se Félix, certamente o nome de um garimpeiro pioneiro na região.

Pouco tempo depois, os garimpeiros encontraram pedras diamantíferas, cuja extração era privativa da Coroa Portuguesa. Tal achado fez com que o governo fechasse todos os garimpos da região. Mas a mineração clandestina continuou. Foi criado o Destacamento Diamantino do Paraguai, para inibir o garimpo ilegal, que assegurou a fixação do povoado de Diamantino.

Atualmente, a economia do município é baseada na agricultura, suinocultura, pecuária, turismo e comércio.

Fonte: Prefeitura Municipal de Diamantino

SERVIÇO:

Acesso pela MT-240, pelo quilômetro 507 da BR-163

População: 21.941 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,718

Gentílico: diamantinense

Aniversário: 18 de setembro

Município criado pela Lei Estadual nº 654, de 1º de dezembro de 1953. Na região que hoje compreende o sítio urbano de Itiquira, a exploração econômica do diamante teve início em 1932, com uma corrutela garimpeira de ruas tortuosas e vida agitada. Os garimpeiros exploraram de forma intensa os garimpos Goiabeira e Cavouqueiro. Quando descobriram diamantes no Vale do Ribeirão das Velhas, além de riquezas, a maioria encontrou a morte. Um surto de malária, de caráter maligno e epidêmico, dizimou a população garimpeira de Itiquira.

Com o passar do tempo o povoado firmou-se e passou a ser conhecido por Vila do Itiquira. Em 1937, uma lei estadual reservou área de 3.600 hectares para instalação oficial do patrimônio. Era o começo da vida organizada na Vila do Itiquira.

Atualmente, além da exploração mineral, o município tem a pecuária e a agricultura como base da economia, com o plantio de soja e milho, principalmente.

Com relação aos atrativos turísticos do município, os rios constituem importante alternativa de lazer em Itiquira. Os banhos e até mesmo a canoagem são algumas das formas pelas quais a população utiliza os rios como recurso de lazer. Outras duas cachoeiras também merecem destaque. A do Roncador e da Leopoldina, que possui 25 metros de altura e está localizada a 18 Km da cidade, é uma das mais exuberantes paisagens da região. Existem ainda outras seis cachoeiras no município que servem de igual modo para o lazer interno.

Fonte: Prefeitura/ MT e Seus Municípios/ IBGE

SERVIÇO:

Acesso MT-229, pelo km 10 da BR-163

População: 12.236 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,693

Gentílico: itiquirense

Aniversário: 1 de dezembro

Jaciara é o município polo do Vale do São Lourenço, que reúne outras três cidades São Pedro da Cipa, Dom Aquino e Juscimeira, liderando as atividades econômicas e sociais da região.

Sua população de pouco mais de 28 mil habitantes é marcada pela miscigenação de povos sulistas, nordestinos e nortistas.

Na cidade, as atividades agrícolas e pecuárias também se fazem presentes e, por consequência, veem atraindo o interesse de diversas indústrias.

Localizada a 143 quilômetros de Cuiabá, Jaciara é também o destino mais procurado pelos praticantes de esportes radicais em Mato Grosso. Os rios e cachoeiras da região oferecem o cenário ideal para a prática de atividades como o rafting e o rapel.

O maior destaque é o rafting, praticado nas corredeiras do Rio Tenente Amaral, na região abaixo da Cachoeira da Fumaça. O tempo do percurso é estimado em duas horas, período em que os aventureiros se depararam com quedas de média e grande complexidade, como a “Pulão” e a Queda do Bambu. Na cidade, existem empresas com guias especializados para orientar os praticantes, com todos os itens de segurança necessários.

As cachoeiras de Jaciara também são procuradas pelos praticantes de rapel. A Cachoeira das Mulatas, uma queda d’água com 28 metros de altura e a Cachoeira da Usina, com 25 metros, garantem muita emoção durante a descida dos seus paredões.

Fonte: Secom-MT, IBGE, Prefeitura Municipal de Jaciara

SERVIÇO:

Acesso pelo km 192 da BR-163 (ou km 274 da BR-364)

População: 28.569 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,735

Gentílico: jaciarense

Aniversário: 21 de outubro

O desenvolvimento de Jangada está relacionado ao entroncamento rodoviário, com acesso a diferentes regiões do Estado, facilitando o fluxo migratório daqueles que vinham em busca de novos rumos. A abertura da BR-29, em 1940, deu novo alento ao lugar, criando expectativas de progresso em sua gente. Posteriormente esta rodovia passou a se chamar BR-364, acesso para a BR-163 e para a MT-358, que dá entrada para Barra do Bugres e Tangará da Serra.

Mas o surgimento de Jangada é consequência das viagens feitas ao interior do Estado às margens do rio Cuiabá. O caminho era percorrido por comerciantes que traziam mercadorias no lombo de burros, e às vezes em carros de boi.

A Lei nº 209, de 02 de dezembro de 1945, criou o distrito de Jangada. A Lei nº 5.051, de 11 de setembro de 1976, de autoria da Bancada do PDS e PMDB, criou o município de Jangada, com território desmembrado do município de Acorizal.

Fonte: Prefeitura Municipal de Jangada / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pelo km 413 da BR-163 (ou pelo km 495 da BR-364)

População: 7.426 habitantes (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,630

Gentílico: jangadense

Aniversário: 11 de setembro

A primeira denominação da localidade foi Garimpos, bem antes de ser efetivamente colonizada. Em 1953, João Matheus Barbosa, instalou-se às margens do Rio Areias, juntamente com seus familiares. Mineiro, de Diamantina, fundou um povoado dando o nome de Juscelândia. Em 1957, à distância de 1 km da divisa das terras de João Matheus Barbosa, estabeleceu-se o Sr. José Cândido de Lima, juntamente com seus familiares, fundando outra povoação com o nome de Limeira.

Os dois povoados, Juscelândia e Limeira, formavam um único núcleo urbano, ocasionando uma questão toponímica. Em 1968, o vereador Jurandir Pereira da Silva, apresentou proposta do novo nome, Juscimeira, que foi rejeitado por Ato Complementar Federal. Mas o povo insistiu e a Lei nº. 3.761, de 29 de junho de 1976, alterou a denominação para Juscimeira, com aprovação da comunidade.

FONTE: PREFEITURA MUNICIPAL / IBGE/ Mato Grosso e seus municípios

SERVIÇO:

Acesso pelo km 177 da BR-163 (ou pelo km 259 da BR-364)

População: 11.480 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,714

Gentílico: juscimeirense

Aniversário: 10 de dezembro

As obras de abertura da rodovia BR-163, pelo 9º BEC (Batalhão de Engenharia e Construção), ligando Cuiabá a Santarém (PA), mobilizaram os primeiros colonizadores para esta região de cerrado situada, no Médio-Norte de Mato Grosso, a 350 quilômetros da capital, na segunda metade da década de 70.

No entanto, foi somente a partir de 1981, quando o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) começou a implantação do projeto de assentamento de 203 famílias de agricultores sem-terra oriundas de Encruzilhada Natalino, interior do município de Ronda Alta (RS), que se formou a comunidade que deu origem a Lucas do Rio Verde.

Na época, outros 85 posseiros que já habitavam o local e mais 50 colonos provenientes do interior de São Paulo também foram assentados nos lotes que dividiram uma gleba de 197.991 hectares.

Três décadas depois da instalação do acampamento do 9º BEC, às margens do Rio Verde, esta a moderna, pujante e dinâmica cidade cujo nome rende uma homenagem a Francisco Lucas, antigo seringalista e desbravador da região, em nada lembra aquele vilarejo onde tudo era difícil e precário.

O agronegócio é a principal atividade econômica do município, envolvendo desde o cultivo e criação de animais até o beneficiamento da matéria-prima pelas agroindústrias.

Fonte: Prefeitura Municipal de Lucas do Rio Verde / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pelo km 689 da BR-163

População: 83.798 (Estimativa IBGE 2013)

IDH: 0,768

Gentílico: luverdense

Aniversário: 5 de agosto

Localizada a 120 km da capital, a região do atual município de Nobres foi ponto de passagem no início do movimento garimpeiro em Mato Grosso, que começou em 1.747 entre Cuiabá e Diamantino.

Território habitado imemorialmente por povos indígenas da nação Bakairí, Nobres é uma região riquíssima em belezas naturais. Na Serra do Tombador escondem-se verdadeiras maravilhas esculpidas pela natureza, com inúmeras cachoeiras e grutas, algumas totalmente inexploradas.

Existem sítios arqueológicos de grande valor científico, onde proliferam pinturas e inscrições rupestres, que atestam a antiguidade da vida humana na região. De beleza incomparável é a Lagoa Azul, localizada a 52 km da sede municipal.

Fonte: Prefeitura Municipal de Nobre / IBGE / Secom-MT

SERVIÇO:

Acesso pelo km 481 da BR-163 (ou pelo km 563 da BR-364)

População: 15.492 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,699

Gentílico: nobrense

Aniversário: 1 de maio

Em 1966 um grupo de empresários paulistas capitaneados por José Aparecido Ribeiro, adquiriu uma extensa área de terras, de aproximadamente 169 mil hectares no município de Diamantino, constituindo a Mutum Agropecuária S/A.

Como a área era muito grande houve a ideia de gerar oportunidades para novos pioneiros, sendo desenvolvidos experimentos com arroz, milho e soja em 1974.

A empresa destacou então 100 mil hectares para a colonização, implantando as duas primeiras etapas (hoje constituídas pelas comunidades de Santo Antônio, São Carlos e Nova Esperança).

Era o início da febre da conquista do Centro-Oeste e da última fronteira agrícola do país. Praticamente na mesma época da colonização de Mutum estavam sendo colonizadas para pequenos e médios agricultores outras regiões, tais como, São Manuel, Pacoval, Trivelato, Lucas do Rio Verde, Tapurah, Ranchão etc. Os tamanhos dos lotes vendidos variavam conforme a disponibilidade financeira dos compradores, em geral ficando entre 150 e 400 hectares.

A firma Eldorado de Porto Alegre ficou responsável em dimensionar a parte prática do projeto. A colonizadora construiu logo no início 10 casas e a matriz da colonizadora numa vila aberta provisoriamente por trator de esteira. Em seguida uma escola e um centro comunitário, posto de saúde, um alojamento para abrigar os compradores de terra e uma hidroelétrica para a energia inicial. Foi construída uma infraestrutura básica para que o essencial pudesse funcionar. Para o centro urbano foram reservados 551 hectares.

Fonte: Prefeitura Municipal de Nova Mutum / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pelo km 598 da BR-163

População: 55.839 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,758

Gentílico: mutuense

Aniversário: 4 de julho

Rondonópolis tem o segundo maior PIB do estado de Mato Grosso. Está localizada estrategicamente no entroncamento das Rodovias BR-163 e BR-364 e é a ligação entre as regiões norte e sul do país. Por estas vias são transportadas toda a produção agrícola e industrial para os grandes centros metropolitanos e portos do Brasil.

O município é conhecido nacionalmente pelo seu excelente desempenho agropecuário, que lhe garante a liderança do ranking de exportações do Estado e o reconhecimento como a capital do agronegócio e do bitrem.

Com uma importante localização geográfica, a cidade tem na industrialização um novo salto de crescimento. Hoje, a diversificação de segmentos industriais tem gerado títulos importantes para o município: maior polo de esmagamento, refino e envaze de óleo de soja do Brasil, maior polo misturador de fertilizante do interior brasileiro, maior produção estadual de ração e suplementos animais, frigoríficos com padrões internacionais e prepara-se para se consolidar como um dos principais polos têxteis do Centro Oeste, por meio do incentivo e investimento na indústria de tecelagem e confecções.

Fonte: Prefeitura Municipal / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pelo km 122 da BR-163 (ou pelo km 204 da BR-364)

População: 244.911 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,755

Gentílico: rondonopolitano

Aniversário: 10 de dezembro

A cidade de Rosário Oeste foi ponto de passagem da Comissão Rondon, por volta de 1.907. Ao longo deste período produzia alimentos, como arroz, feijão, milho e gado para cidades vizinhas e mesmo para Cuiabá.

Rosário Oeste tem destaque no cenário nacional por ter sido o primeiro município mato-grossense a ter instalada em suas terras uma usina hidrelétrica. Foi também o primeiro município de Mato Grosso e do Brasil a ter uma mulher no cargo de Prefeita Municipal.

Sua identidade, costumes, folclóricos, lendas, gastronomia, recursos naturais e históricos e artistas locais continuam preservados, guardando muito da história de Mato Grosso. No centro histórico da cidade há uma arquitetura singular mostrando o contraste entre o passado e o presente.

O município ainda possui cachoeiras espalhadas por diversas fazendas rurais da região, sendo algumas delas construídas por escravos.

O Rio Cuiabá é uma das melhores opções de lazer. Nele há a praia das Embaúbas, onde é realizado anualmente, nos meses de agosto e setembro, o Festival de Praia das Embaúbas. O local tem um banco de área com extensão de dois quilômetros e possui uma paisagem belíssima. Nesse festival são realizadas várias atividades desportivas, recreativas, culturais e shows com bandas locais e regionais.

Fonte: Prefeitura Municipal de Rosário Oeste / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pelo km 462 da BR-163 (ou pelo km 544 da BR-364)

População: 15.453 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,650

Gentílico: rosariense

Aniversário: 25 de junho

As origens de Santo Antônio de Leverger se ligam às de Cuiabá. A tradição popular guardou a história da imagem de Santo Antônio. Além do orago, o nome da cidade também homenageia Augusto João Manoel Leverger – o Barão de Melgaço, francês de nascimento, e que dedicou grande parte de sua vida às causas de Mato Grosso, tendo sido presidente da província por várias vezes.

Localizado às margens do rio Cuiabá, o município atrai turistas para pescaria e para apreciar as iguarias culinárias feitas com os peixes. Além disso, Santo Antônio do Leverger também é conhecido seu animado carnaval de rua.

Fonte: Prefeitura Municipal de Santo Antônio do Leverger / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pela MT-040, pelo quilômetro 329 da BR-163

População: 15.246 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,656

Gentílico: santo-antoniense 

Aniversário: 13 de junho

A origem histórica de São Pedro da Cipa vem do projeto de colonização da Companhia Industrial Pastoril Agrícola – CIPA, que adquiriu do Estado 70 mil hectares de terras no Vale do Rio São Lourenço.

Nicola Rádica, italiano, adquiriu terras da CIPA, e, em 1949, tomou um avião junto com Milton Ferreira, um dos sócios da empresa colonizadora, para visitar a gleba. Após uma pane no motor do avião, e ainda bem longe do destino, no Pantanal, tiveram de pousar forçosamente e continuar a viagem a pé, com a ajuda de um pantaneiro. Rádica estabeleceu-se às margens do São Lourenço. Outros foram chegando. Formou-se uma colonização ativa.

Em seguida, o mesmo Rádica doou 20 hectares de terras para formação do patrimônio, o que foi a célula-mater do atual município.

Atualmente, São Pedro da Cipa forma, junto com Jaciara e Juscimeira, o Vale do São Lourenço e tem sua base econômica na agricultura e pecuária.

Fonte: Prefeitura Municipal / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pelo km 183 da BR-163 (ou pelo km 265 da BR-364)

População: 4.191 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,660

Gentílico: cipense

Aniversário: 20 de dezembro

A cidade de Sinop é resultado da política de ocupação da Amazônia Legal Brasileira, desenvolvida pelo Governo Federal na década de 1970.

A fundação da cidade de Sinop ocorreu no dia 14 de setembro de 1974 e contou com a presença de inúmeras autoridades, dentre elas o Ministro do Interior, Maurício Rangel Reis e o Governador de Mato Grosso, José Fragelli. A cidade de Sinop é resultado da política de ocupação da Amazônia Legal Brasileira, desenvolvida pelo Governo Federal na década de 1970.

Atualmente Sinop é o principal município da região Norte de Mato Grosso e, além da vocação agrícola, tem a economia voltada para o comércio, indústria e prestação de serviços.

Fonte: Prefeitura Municipal de Sinop / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pelo km 835 da BR-163

População: 196.312 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,754

Gentílico: sinopense

Aniversário: 14 de setembro

Situado na região Norte de Mato Grosso, às margens da BR-163, o município de Sorriso está entre os cinco maiores do Estado. Sua população, estimada em quase 70 mil habitantes, é constituída por migrantes de todas as regiões do País, principalmente do Sul e Nordeste.

A emancipação político-administrativa de Sorriso ocorreu em 1986, mas sua colonização começou na década de 70. Em 26 de dezembro de 1980, a pequena agrovila encravada em pleno sertão mato-grossense foi elevada à categoria de distrito, pertencente ao município de Nobres.

A Assembleia Legislativa do Estado do Mato Grosso aprovou em 13 de maio de 1986 e o governador Júlio Campos, através da Lei n° 5.002/86, elevou então o distrito de Sorriso à categoria de município, desmembrado das cidades de Nobres, Sinop e Diamantino, com uma área de 10.480 quilômetros quadrados.

Fonte: Prefeitura Municipal de Sorriso / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pelo quilômetro 752 da BR-163

População: 110.635 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,744

Gentílico: sorrisiense

Aniversário: 13 de maio

Localizada às margens do rio Cuiabá, a cidade de Várzea Grande nasceu da doação de uma sesmaria aos índios Guanás – hábeis canoeiros e pescadores – em 1832 por parte do Governo Imperial. Atualmente Várzea Grande forma uma conurbação com a Capital, somando mais de 800 mil habitantes juntas.

Sua fundação, de acordo com a História tradicional, porém, está intimamente ligada ao acampamento militar construído durante a guerra com o Paraguai, supostamente nas imediações do atual centro da cidade – o Acampamento Couto Magalhães.

Atualmente Várzea Grande é conhecida como cidade industrial por abrigar importantes plantas industriais. O município também tem o comércio como uma de suas principais bases econômicas.

Fonte: Prefeitura Municipal de Várzea Grande / IBGE

SERVIÇO:

Acesso pelo quilômetro 337 da BR-163 (Ou pelo quilômetro 419 da BR-364)

População: 300.078 (Estimativa IBGE 2022)

IDH: 0,734

Gentílico: várzea-grandense

Aniversário: 15 de maio

Localizada a 458 km da Capital de Mato Grosso, Vera foi fundada pelo colonizador Ênio Pipino na década de 1970, antes mesmo da abertura da BR-163, durante o processo de ocupação da Amazônia no governo militar.

Atualmente, o município se destaca como um dos principais produtores de suínos no Estado e ainda é forte na produção de grãos e no extrativismo vegetal.

Fonte: Prefeitura Municipal de Vera / IBGE

SERVIÇO:

O acesso à cidade é feito por Sinop, pela MT-140, rodovia que cruza com a BR-163.

População: 12.800 (Estimativa do IBGE para 2022)

IDH: 0,680

Gentílico: verense

Aniversário: 13 de maio

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